Amigos da Cachaça

Amigos da Cachaça

Um incentivo à cultura nacional!!

Cachaça Werneck

Publicações em fevereiro - 2009

MERCADO CONSUMIDOR

5.1 Concorrência e Mercado

O mercado brasileiro de cachaça possui alguns pontos fortes que viabilizam ingressar e manter-se ativo. O fato de a cachaça estar identificada como um produto genuinamente brasileiro, faz que seja favorável sua exclusividade mediante o consumidor externo. A sua tradição e carinho pelo povo brasileiro, faz com que tenha boa aceitação no mercado consumidor interno, desta forma, há espaço para um mercado consumidor de forte potencial.

5.2 Inexistência de Padrão de Qualidade

O não cumprimento à legislação e a falta de controle técnico-administrativo de produção, ocasionam a fabricação de produto de baixa qualidade. Fato este que ocorre devido à ignorância e/ou dificuldade ao acesso de técnicas contemporâneas disponíveis aos produtores.

5.3 Informação

A falta de dados concretos sobre a atividade de produção e comercialização mascara qualquer tentativa de desenvolvimento setorial. Por essa razão, são necessárias ações conjuntas e uniformes para a obtenção de resultados reais sobre as dificuldades existentes e as peculiaridades do setor.

5.4 Desenvolvimento Tecnológico

Há poucos centros de pesquisa, assim como falta de incentivo a investimentos em novos produtos e em melhorias no processo. Os centros de pesquisas precisam, por iniciativa própria, melhorar os equipamentos e dispor-se à troca de experiência.

5.5 Informalidade

Há inúmeros de pequenos produtores sem qualquer tipo de orientação. A falta de estrutura acaba refletindo na qualidade do produto e, conseqüentemente, na sua imagem.

5.6 Pré-conceito

A imagem do produto vem lutando para alcançar seu devido valor no mercado. É preciso conscientizar os produtores que a imagem é uma forma de dar sustentabilidade e consistência a introdução da cachaça no mercado internacional. É imprescindível o apoio das entidades governamentais para a divulgação da cachaça no exterior e a sua inclusão na Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior. Aumentando, dessa forma, a credibilidade no setor e a seriedade ao PBDAC. Como perspectiva para o mercado de cachaça é preciso, ainda, fazer com que o produtor que se encontra na informalidade, seja capaz de integrar ao mercado empresarial formal, seja por iniciativa própria, seja através de cooperativas, ou outros tipos de entidades. Em conseqüência, os produtores que estiverem preparados para enfrentar a concorrência, tornar-se-ão mais rentáveis e competitivos.

A essência da formulação de uma estratégia competitiva, segundo Porter (2001), é relacionar uma indústria ao seu meio ambiente, de forma a encontrar uma posição dentro dela em que seja possível melhor se defender das forças competitivas ou influenciá-las a seu favor,pesquisando em maior profundidade e analisando as fontes de cada força. O conhecimento dessas fontes subjacentes da pressão competitiva põe em destaque os pontos fortes e os pontos fracos críticos, anima o seu posicionamento no contexto sócio-econômico, esclarece as área sem que mudanças estratégicas resultarão em retornos para os agentes da indústria, além de por em destaque as áreas em que as tendências são da maior importância, quer como oportunidades, quer como ameaças.

Aplicando o modelo de Porter (1989) para analisar a concorrência na indústria, podem-se listar algumas considerações sobre as forças da concorrência no setor de cachaça de alambique, conforme se vê abaixo.

Sites em Flash

3 - fevereiro - 2009 comentar

Sites desenvolvidos com flash nunca foram os que mais gostei de acessar.

Como profissional de desenvolvimento de soluções para internet (antes de me tornar amigo de uma boa cachaça), acredito que o desenvolvimento de site em flash vale mais para quem vende a solução do que para o cliente que faz uso da mesma.

Mas esta é uma opinião pessoal, que diverge um pouco daquilo que eu gostaria de comentar.

Estive navegando por muitos sites na semana passada, conhecendo um pouco mais das cachaças que estão disponíveis na grande rede, divulgando nosso novo domínio e site (ainda em desenvolvimento), e pude observar muita coisa boa, assim como muita coisa ruim também.

Início de ano, como já era esperado, encontrei muito domínio expirado (aí a justificativa de nosso site ainda estar em desenvolvimento, nosso domínio antigo está em vias de expirar). Penso que isso traz pouca credibilidade para aqueles que buscam fidelizar cliente e marca, mas o “esquecimento” acontece… desde que não seja aquele pedido que eu fiz e já paguei, está valendo.

Existem muitos sites que realmente deveriam expirar. Não o domínio, mas o conteúdo. Uma renovação às vezes é importante: muitos sites não detalham o(s) produto(s), não informam como adquirir o(s) mesmo(s), e o principal, no meu ponto de vista, não têm nenhuma forma de contato.

Informar o processo de produção, armazenamento e história da cachaça, me parece um conteúdo um pouco batido, salvo aqueles que possuem diferenciais, mas não deveriam ser o destaque destes sites.

Acredito que pessoas como nós, que gostam de apreciar uma boa cachaça, estão à procura de um conteúdo diferenciado, mais informativo, mais participativo, entre outros atributos.

Mas tenho que tirar o chapéu para alguns sites, leves, bem diagramados, de conteúdo impecável. E para minha tristeza, muito site em flash. Um mais bonito que o outro. Se fosse em 2008, eu não esperaria carregar a página inicial, mas este ano resolvi ser mais tolerante e evitar alguns tabus.

Algumas empresas realmente sabem cuidar da sua imagem e de seus produtos.

Aqui vai uma propaganda gratuita, mas que acredito valer a pena para maioria dos nossos leitores.

Conheça o site da Cachaça Fulô, e acesse o link “Manual da Cachaça”, complete o manual e conquiste seu diploma de “Cachacier“. Eu conquistei o meu…

Categorias

 

Sobre