
| Amigos da CachaçaUm incentivo à cultura nacional!! |


Quando começamos a postar tweets a 10 meses atrás, não fazíamos idéia de quem ira nos seguir, como ainda não temo um número alto de seguidores, pudemos analisar alguns perfis.
O que não é mais novidade para nós, é que as mulheres estão em maior número que os homens, isso já haviamos observado nos comentários dos posts, nos e-mails que recebemos, nas dicas publidadas no site; não sabemos ainda o motivo, mas as mulheres tem se interessado mais por cachaça (pelo menos no nosso site) do que os homens.
Entre bares, cachaçarias, pessoas de todas as idades, encontramos a classe artística de cantores onde a cachaça também encontra uma relação.
Dentre os vários gêneros musicais, não podemos negar que a música sertaneja é a que mais se aproxima da cachaça.
Da uma olhada na galera de musicos que nós segue:
Além dos radialistas:
Se esquecemos de algum, nos perdoe-nos e posta ai nos comentários e recomende aos amigos que nos sigam: @amigosdacachaca
O Dr. Fábio (membro AdC) enviou o convite, dia 07 a partir das 17 horas tem a primeira samba de 2010 dos Doutores do Samba, no Corleone Bar, num sensacional Grito de Carnaval 2010 com a presença da Bateria 51 da Escola Paulista de Mediciana, mais informações no folder do evento.

Acabou a ressada do 7° AdC e neste ano o trabalho começou antes do carnaval.
É!!! as coisas já não são como eram antes…rs, estamos de cara nova, não totalmente atualizados, mas quase lá.
Espero que gostem e divulguem.
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Alexsander Santana
Membro AdC
Saudações à todos,
Mais uma vez fui com minha família passar o domingo em Embu das Artes – SP.
Mas desta vez, a primeira parada foi num artesão. Ocorre que comprei meu primeiro barril de reserva pessoal de cachaça, feito de castanheira, e também já tenho uma boa cachaça de Contagem – MG para ser envelhecida. E o artesão? Bem, eu quero “imprimir” a arte do AdC no meu tonelzinho, mas não dá pra arriscar com qualquer um, então tive a idéia de fazer uma placa do AdC em madeira para testar … acho que ficou bem legal.


Na sequência, o que já se tornou parada obrigatória para mim, é fazer uma degustação na loja Delicías da Fazenda. E novamente, depois de algumas várias provas de cachaça parei um pouco para conversar com o mestre cachaceiro responsável, o senhor Marcos Antônio Rodrigues. De novidade no rol de cachaças da loja havia uma cachaça premium que após três anos no bálsamo foi para um tonel de carvalho. O sabor impressiona, mas eu sou suspeito para dizer…rs. Uma salinas e uma autêntica carvalheira também se destacaram na ocasião e desta vez até o meu sogro, cozinheiro oficial do AdC, deu as caras na cachaça e encantado levou uma salinas pra casa. Eu não fiquei pra trás, e segui a indicação do Marcos para levar a famosa “Neno Campanari”.
Neno Campanari Monte Alegre do Sul


Mas uma vez recomendo à todos e convido os membros do AdC para desgustar a preciosidade em minha casa.
“AdC – Um Incentivo a Cultura Nacional”
Reginaldo de Oliveira Santos
Membro do AdC
Saudações à todos.
No último fim de semana (23/08/09) fui com minha esposa e filha, visitar uma pequena feira que ocorre em Embu das Artes – SP. O cenário rústico e caseiro nos remete a tranquilidade e comodismo da fazenda apenas à 15 minutos de São Paulo – SP. Mas para mim, a diversidade de sabores foi a grande atração.

Fomos muito bem recebidos em todos os lugares que visitamos, todavia, foi na loja Delícias da Fazenda onde nos encontramos com várias opções de petiscos, pimentas e a tão apreciada cachaça artesanal.

Depois de algumas várias provas parei um pouco para conversar com o mestre cachaceiro responsável, o Sr. Marcos Antônio Rodrigues. Ele me explicou um pouco dos segredos da arte de se envelhecer a cachaça e sobre o preparo dos tonéis para poder aplicar sabores as mesmas. Na verdade minha degustação estava apenas começando aquele dia e quando tive tempo de escrever já havia me esquecido dos detalhes…rs, mas algo que me recordo e que chamou minha atenção, é o fato que não se usam tonéis nobres para fazer cachaças com sabores, por exemplo, de banana, mel e outros. Segundo o Sr. Marcos, você estragaria um bom tonel de madeira nobre se o fizesse. O ideal, segundo ele, é utilizar um tonel considerado neutro, no caso, ele utiliza tonéis de pinheiro, o qual não altera em nada o sabor da cachaça, tem baixo custo e é perfeito para ser utilizado na aplicação de aromas as cachaças.

Bom…, esta ai mais uma dica. Confesso que muito me agradou a cachaça de bálsamo e ai tive que comprar uma…rs. Não quis fazer estoque, pois pretendo voltar.
Reginaldo de Oliveira Santos
Membro do AdC.
“AdC – Um Incentivo a Cultura Nacional”
6 ANÁLISE DO MERCADO (SWOT)
6.1 OPORTUNIDADES
Forças positivas localizadas no ambiente que envolvem a cadeia produtiva, direta ou indiretamente, interagindo ou influindo em sua atividade de alguma forma, que precisam ser identificadas e aproveitadas.
As oportunidades que se abrem para a cachaça de qualidade tem muito a ver com a superação do preconceito histórico contra a bebida, desde os tempos em que Portugal, para manter o mercado da colônia para a bagaceira, proibia a produção e o consumo e impunha pesados tributos.
Hoje, a realidade é que a cachaça ganhou status de destilado de categoria. A mídia, de uma maneira geral, tem se repetido na divulgação das tradições, do peso econômico e das enormes chances da cachaça no mercado mundial.
6.2 AMEAÇAS
AMEAÇA DE NOVOS ENTRANTES
· Setor totalmente aberto a novas empresas e experiências;
· As principais barreiras de entrada são facilmente quebradas.
PODER DE NEGOCIAÇÃO DOS FORNECEDORES
· Fornecedores não participam da integração para frente;
· Produtos com baixo conteúdo tecnológico e não padronizados;
· Produtos caros.
RIVALIDADE ENTRE CONCORRENTES
· Rivalidade assume a forma corriqueira de concorrência de preço, em razão de um produto indiferenciado e tradicional;
· Numerosos concorrentes, desarticulados e sem estratégias diferenciadas.
PODER DE NEGOCIAÇÃO DOS COMPRADORES
· Barganham por preço e qualidade;
· Raramente fiéis a marcas;
· Não facilitam a divulgação do produto;
· Preferem oferecer outros destilados de maior margem.
AMEAÇA DE PRODUTOS SUBSTITUTOS
· A cachaça sofre a concorrência de vários outros destilados;
· Não existem ações coletivas de sustentação de posição;
6.3 FORÇAS
Vantagens inerentes à cadeia produtiva que favorecem a administração das oportunidades e das ameaças. A principal força da cachaça é a tradição. O espírito conservador do povo brasileiro e seu apego à tradição facilitaram que se mantivesse, mesmo escondida na clandestinidade, a atividade de produção de cachaça de alambique em volume que lhe confere a liderança nacional. A cachaça brasileira e um patrimônio incalculável, como o são a lingüiça, o pão-dequeijo, os queijos, os doces, o tutu à mineira e tantos outros produtos do agroartesanato.
O programa de pesquisas e desenvolvimento arquitetado pelo SEBRAE (1993), motivou universidades e centros tecnológicos. Os trabalhos desenvolvidos pelas universidades fazem com que o país adquira um invejável banco de conhecimentos em cachaça de alambique.
Outra atividade no setor de cachaça de alambique é a Feira Nacional da Cachaça, realizada anualmente em Belo Horizonte, reunindo produtores de todo o Brasil. Além do valor emblemático, a Feira tem cumprido o importante papel de troca de informações, promoção de negócios e de colocação no mercado de produto de excelente qualidade e cuidadosa apresentação.
6.4 FRAQUEZAS
Desvantagens estruturais da cadeia produtiva, possíveis de serem controladas, que desfavorecem as oportunidades e fortalecem as ameaças.
A tradição consolida a força da cachaça no mercado brasileiro. Todavia, debita-se à tradição uma boa parte das fraquezas do setor: a resistência às mudanças, pela grande maioria dos produtores, e uma acentuada insensibilidade dos que, conhecendo as oportunidades e as ameaças, hesitam em levar à frente decisões sem irrefutáveis.
A clandestinidade da produção, constitui a parcela dominante da atividade – mais de 85% dos alambiques. Operando na sombra, os alambiques estão expostos às penas da fiscalização, que podem resultar em fechamento de estabelecimentos, e na perda de oportunidades oferecidas pelos mercados interno e externo. A clandestinidade também é um fator que dificulta a associação e a organização da produção. O maior estímulo à clandestinidade vem dos órgãos federais que fiscalizam o setor de cachaça, através do Ministério da Agricultura. Como resiste em regulamentar o Decreto nº 2.314 (ANEXO A), na parte da produção artesanal e caseira de bebidas, e não têm as mínimas condições – pessoal, verbas orçamentárias, apoio social – de fechar os estabelecimentos clandestinos, o governo federal, de um lado cruza os braços para uma responsabilidade que também é sua – promover o desenvolvimento sócio-econômico de setores excluídos – e, de outro, favorece as grandes indústrias de caninha industrial, restringindo a concorrência de cooperativas de cachaça, que podem vir a ser grandes produtores e exportadores.
A deficiência na coordenação da cadeia e a falta do elemento articulador são causas às quais se pode atribuir o fraco desempenho das indústrias de apoio, no que tange ao desenvolvimento e padronização de equipamentos e materiais de embalagem. No setor de destiladores (alambiques de cobre) ainda não se tem um equipamento referencial, o que também acontece com o setor de dornas e moendas. Com isso, proliferam equipamentos dos mais diferentes formatos, capacidade e desempenho. Pode-se atribuir, também, à desarticulação do setor, a falta de linhas oficiais de crédito para investimentos em modernização industrial e, principalmente, capital de giro para o envelhecimento da cachaça, principal item da cadeia de agregação de valor.



ganhei esta cachaça de um amigo aqui da procuradoria – tiago melo.. ele trouxe de fortaleza, porém é uma cachaça do piauí.. muito suave, não desce queimando não… dá pra se tomar a noite toda.. ahhh.. e se bebe gelada… pelo menos foi assim que bebi na casa dele.


Aproveitando o feriado prolongado proporcionado pelo carnaval a Cristiane e eu viajamos para Fortaleza/CE. Fomos acolhidos na casas de amigos e isso nos ajudou já que por serem “da terra” tivemos facilidades com relação aos lugares interessantes para visitação. Claro que ainda faltaram diversos lugares, mas como o tempo era curto não seria possível conhecer tudo.
O fato de interesse para o site dos Amigos da Cachaça é que visitei Museu da Cachaça localizado na cidade de Maranguape. Sim…a cidade do Professor Raimundo Donato!!!
Apesar do nome do local ser Museu da Cachaça não há no acervo disponível diversas marcas de chachaça ou a história da bebida como um todo. Como o museu é mantido pela Cachaça Ypioca o museu é um registro da história dessa cachaça e das marcas menores que a mesma produz como a Cachaça Sapupara.
A fazenda em que fica o museu tem diversas opções de lazer. Não é apenas um museu que você visita e vai embora. É um local para se passar o dia todo com opções de passeios e atividades ligadas ao ecoturismo. Uma das atrações é a segunda maior tirolesa do Brasil, que posso adiantar para os interessados: é muito legal!!!
Não era permitido tirar fotos dentro do museu em si, mas consegui algumas de fermentadores e destiladores antigos e dá para notar que os equipamentos não são complicados e isso explica a enorme quantidade de produtores amadores pelo Brasil afora. Dentro do museu há ainda dois grupos de tonéis de cerca de 10.000 litros armazenando cachaça produzida por volta de 1950. Essa informação deu água na boca de todos que estavam na visita, porém os interessados não devem se animar já que, segundo o guia do museu, essa cachaça é de estimação dos proprietários da fábrica e esses degustam apenas alguns copinhos de vez em quando.
Após a visita do museu há um barzinho estilizado representando um estabelecimento do tipo da década de 20 ou 30 em que podemos provar os diversos tipos de cachaça produzido pelo grupo. Nessa hora que percebi a importância de ter a companhia de pessoas que não se interessam muito pelo produto, já que cada um tem o direito de escolher apenas um dos produtos. Como estava acompanhado de mais três mulheres acabei experimentando quatro!!!
Hoje a fábrica da Ypioca não é mais nessa fazenda, mas fica próximo ao local dela. A fábrica que existia nela produziu até o ano de 1996 e os equipamentos ainda estão montados e preservados no local. Outra curiosidade é que está localizado na fazendo o maior tonel do mundo, inclusive reconhecido pelo Guinnes Book.
A Ypioca nasceu a 160 anos e sempre foi administrada pela família que já está na quarta geração. O museu mostra detalhadamente curiosidades e características das quatro gerações porém podemos ver que o modo de administração não mudou muito durante todos esses anos. Aproveitando a data estão lançando a Ypioca 160 que foi envelhecida por 6 anos e contém malte, assim como os destilados escoceses.
Para finalizar posso garantir que vale muito a pena a visita ao local para aqueles que gostam de ecoturismo, comida de fazenda e, claro, uma boa cachaça.