Amigos da Cachaça

Amigos da Cachaça

Um incentivo à cultura nacional!!

O produto brasileiro mais conhecido pelos comerciantes de escravos na África no século 17 era a cachaça.  A jeribita, um de seus tantos sinônimos, era tão popular no tempo da colônia que Portugal tentou diversas vezes – sempre em vão – coibir sua produção e consumo, para proteger o comércio de suas bebidas típicas – a bagaceira e o vinho. A proibição estimulou ainda mais o tráfico da bebida e, quando Portugal retomou Angola do controle holandês, em 1650, a colônia africana passou a receber um mar de cachaça anualmente.

O historiador Luis Felipe de Alencastro, no clássico O Trato dos Viventes – Formação do Brasil no Atlântico Sul. Séculos XVI e XVII, afirma que, entre 1710 e 1830, um em cada quatro escravos trazidos da África foi trocado por cachaça em Luanda. Juntamente com o tabaco baiano, outro produto usado no tráfico, quase 1 milhão de negros, que tinham contato com a bebida já nos porões dos navios, chegaram ao Brasil.

Pinga da boa

Batizada

Segundo Henrique Carneiro, historiador da USP, os traficantes chegavam a misturar água do mar e pimenta na aguardente brasileira antes de chegar a Angola. Tudo para aumentar o volume da bebida que seria trocada por escravos.

Gramática, lisa, Tome-Juízo…

Por estar presente no folclore, na religião, nos costumes e na cultura do Brasil há séculos, a cachaçaacumulou centenas de sinônimos (de suor-de-alambique a quebra-munheca). No Aurélio, há 147 termos para a aguardente, enquanto no Houaiss são 420.

Registrada

Para estimular a exportação, há um decreto de 2003 que determina que “cachaça” mesmo é só a aguardente de cana produzida no Brasil. A tequila, feita no México, também tem a proteção de origem garantida. Por isso, dizer “cachaça brasileira” é chover no molhado.

No Caribe, negócio era com rum

Provavelmente você já ouviu falar que o rum era a principal moeda dos traficantes de escravos nas Américas Central e do Norte. A aguardente típica do Caribe (feita com o melaço da cana, enquanto a cachaça vem da garapa) tinha a mesma função comercial da cachaça, embora poucas pessoas saibam dessa utilidade do nosso destilado. Para Henrique Carneiro, historiador da Universidade de São Paulo e autor de Pequena Enciclopédia da História das Drogas e Bebidas, as poucas informações que existem a respeito “talvez ocorram porque a história oficial buscou ocultar muitos aspectos da escravidão, especialmente o uso de aguardente e tabaco na obtenção dos escravos”.

Para ele, apesar de ignorado pela maioria dos livros didáticos, o tráfico negreiro movido a bebidas ajudou na formação do sistema moderno de comércio mundial.

Fonte: Felipe Van Deursen – Aventuras na História

Investimento da empresa mineira para essa nova etapa
chega inicialmente a meio milhão de reais

A Germana, marca de cachaça mineira com 97 anos de mercado, lança quatro novos produtos neste mês: a Germana Soul, a Germana Single Barrel, a Germana Pracaip e a Germana Caetano’s. A marca também reformulou a identidade visual das outras bebidas da linha e pretende modernizar o maquinário. O investimento inicial para esse projeto é de aproximadamente R$ 500 mil e os novos produtos passarão a ser exportados a partir de 2010 para Inglaterra e Estados Unidos.

Segundo o diretor de Mercado da Cachaça Germana, Fernando Pinto, os novos produtos vão oferecer alternativas diferenciadas para o consumidor de cachaça, já que cada uma das opções possui características distintas. “O mercado de bebida está em constante expansão e com ele as exigências por bons e novos produtos que sejam diversificados e atendam às diferentes culturas e paladares”, ressalta o diretor .

Germana(s)

Todas as versões possuem graduação alcoólica de 40% por volume. Conheça os novos produtos:

Germana Soul

Voltada para atender as exigências dos mercados europeu e norte-americano, a Germana Soul é uma cachaça branca que não passa por envelhecimento. A bebida é descansada em dornas de inox e não é filtrada em carvão ativado, mantendo todas as características de uma cachaça nobre. A Soul é indicada para ser consumida gelada. O preço sugerido para a venda da Germana Soul 700 ml é de R$48.

Germana Single Barrel

A Single Barrel é destinada ao mercado inglês. Como o próprio nome diz, é derivada de barris únicos e selecionados criteriosamente pelo master blender da Germana. A cachaça é envelhecida nos mais nobres tonéis da adega e que melhor transferem as suas características para o produto.  A garrafa de 700 ml da Single Barrel deverá ser vendida a R$78,30

Germana Caetano´s

A Caetano’s faz uma homenagem à família que criou a marca e as bebidas Germana. Essa versão é voltada para o mercado nacional e para o consumidor inglês. Apresenta como grande diferencial o cheiro frutado garantido pelo envelhecimento de 2 anos da bebida em cerejeira. O preço sugerido é de R$8, a garrafa de 600 ml.

Germana Pracaip

Para quem prefere degustar caipirinhas e outros drinks com cachaça, a Germana criou a Pracaip, que será distribuída no Brasil e exportada para os Estado Unidos. Trata-se de uma cachaça branca sem envelhecimento e por não ser filtrada é indicada para combinação com frutas e outros ingredientes. A versão também é indicada para ser consumida pura por quem gosta de cachaça sem aroma e sabor amadeirado. A Germana Pracaip será vendida por R$15 (700ml) e R$21,50 (1 litro).

Os quatro novos produtos, juntamente com as tradicionais versões da marca (Germana 2 anos, 5 anos e Heritage) ganharam visual unificado. As sete versões terão cores que as diferenciem entre si com um rótulo único ilustrado com um desenho estilizado representando a fazenda onde a produção da bebida foi iniciada.

A experiência e a qualidade também ganharão destaque nas embalagens que exibirão os selos dos prêmios conquistados e indicação do início da produção da bebida através da marca d’água com os dizeres “desde 1912”, no gargalo da garrafa. “A Germana já é conhecida nas prateleiras por suas garrafas empalhadas, no entanto, produtos novos como a Soul e a Pracaip não possuem essa característica. Com os novos rótulos ficará mais clara a identificação da linha completa”, ressalta Fernando.

Para dinamizar a produção, a empresa também planeja adquirir uma máquina rotuladora semiautomática. Com o equipamento será possível atender a alta demanda.

As cachaças Germana são produzidas artesanalmente, através de receitas e ingredientes tradicionais como o farelo de milho utilizado durante a fermentação. “Os barris de carvalho francês dão um toque especial ao produto e junto com o criterioso controle de qualidade coloca a Germana ao lado dos melhores destilados do mundo”, destaca o diretor.

As cachaças são fabricadas na Fazenda Vista Alegre localizada no município de Nova União, há 60 quilômetros de Belo Horizonte. A fabricação da cachaça na fazenda soma quase 100 anos, sendo que há 25 anos a marca recebeu o nome de Germana.  A Família Caetano, proprietária da fazenda há mais de um século, produz as cachaças da marca de forma artesanal. Para tornar a cachaça conhecida na capital, em 1990 a família inaugurou o Alambique Cachaçaria e Armazém, lugar propício para a comercialização da cachaça, bem como para reunir os amigos e apreciadores da cachaça mineira.

Com pinta de caubói, o delegado do 92º DP, Carlos Alberto Delaye, 62 anos, divulga a delegacia em rótulos de bebidas como cachaça e vinho.

delegado

As garrafas levam o número “92″, da delegacia do Parque Santo Antonio (zona sul de SP), e a foto dele, vestido ao estilo dos faroestes. As bebidas são dadas a amigos. No rótulo, a mensagem: “Aqui o sistema é bruto”, que ele tirou da Festa do Peão de Barretos (423 km de SP) e diz ter haver com seu trabalho. A foto como caubói foi tirada em um parque. A imagem foi impressa por um amigo de uma gráfica em garrafas como presente.

A Secretaria da Segurança diz não saber da “propaganda” do delegado e que avaliará o caso.

fonte: Agora São Paulo

Cachaça e Exportação

18 - setembro - 2009 comentar

Seriedade, qualidade do produto, certificação e capacidade produtiva são os ingredientes básicos para uma pequena empresa exportar cachaça, segundo tradicionais exportadores de cachaça de alta qualidade.

O mercado internacional é muito exigente e cauteloso e a maior dificuldade para exportar é encontrar do outro lado um parceiro disposto a investir na marca, comprando a idéia do produto.

Segundo Cesar Rosa, presidente do IBRAC, o maior mercado consumidor do produto ainda é o Brasil. A capacidade de produção da cachaça no país é de mais de 1,2 bilhão de litros por ano só que menos de 1% desse volume é exportado. Atualmente o produto é apreciado por degustadores em mais de 60 países.

Dentre os mercados de destino da cachaça estão países como Alemanha, Estados Unidos e França, entre outros. Aproximadamente 180 empresas são exportadoras da cachaça que segue exportada para mais de 55 mercados e o potencial é enorme, já que menos de 1% da produção nacional é destinada à exportação.

Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC) em 2008 foram exportados 11,09 milhões de litros gerando uma receita de US$ 16,41 milhões, o que representou um crescimento de 18% em valor e 20% em volume em relação a 2007.

Evolução da exportação de cachaça – Brasil | *Em litros
2008 = 11.092.088
2007 = 9.052.453
2006 = 11.322.568
2005 = 10.343.146
2004 = 8.607.150
2003 = 8.663.912
Fonte de pesquisa:  Aliceweb, MDIC

Sobre a Cachaça do Rei

Dando continuidade da produção realizada na Fazenda Santa Cruz, ou Indústria e Comércio de Bebidas Annicchino Ltda – Me, fundada há 10 anos, a Cachaça do Rei ainda utiliza o mesmo alambique que era usado na década de 30 para produzir o chamado “fermento caipira”, no qual usava-se apenas fubá mimoso e farelo de arroz para alimentar o fermento que vem da própria cana colhida crua.

Dentro do ambiente globalizado atual, a Cachaça do Rei busca sempre novos conhecimentos para elevar ainda mais suas qualidades, mantendo o padrão e incorporando as novas tecnologias para estarem aptos para o mercado internacional, como uma bebida artesanal, que não usa conservantes químicos, mantendo sempre a pureza de seus ingredientes. Dessa forma, proporciona a seus apreciadores o sabor da verdadeira cachaça, assim como era produzida há mais de um século.

Estando entre os maiores destaques paulistas, a Cachaça do Rei detém a medalha de ouro, recebida em concurso de análise química e sensorial promovida por profissionais da Universidade de São Paulo (USP) durante o V Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverages, elevando sua qualidade às melhores cachaças do país.

A Cachaça do Rei é comercializada também em países como os Estados Unidos, Alemanha e Japão, refletindo a crescente expansão da cachaça no mercado internacional.
Mais informações:

Atendimento ao cliente:

Reinaldo Annicchino
falecom@cachacadorei.com.br
+55 19 3491-1313
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Jhonathan Barreto
Redator
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+55 19 3408.8080

Jhonathan Barreto é redator da KMA Marketing Integrado, e nos enviou este artigo por e-mail.

Na edição do mês de Agosto da Revista Playboy saiu o ranking da Cachaça 2009. Veja as 20 escolhidas e leia os comentários na revista.
20 – Rochinha 12 anos – Barra Mansa (RJ)
19 – Serra Preta – Alagoa Nova (PB)
18 – Dona Beja – Araxá (MG)
17 – Weber Haus Reserva Especial – Ivoti (RS)
16 – Sapucaia Velha – Pindamonhangaba (SP)
15 – Santo Grau Coronel Xavier Chaves – Cel. Xavier Chaves (MG)
14 – Tabaroa – Bichinho (MG)
13 – Armazém Vieira Tradicional – Florianópolis (SC)
12 – Armazém Vieira Ônix – Florianópolis (SC)
11 – Nega Fulo – Nova Friburgo (RJ)
10 – Volúpia – Alagoa Grande (PB)
09 – Casa Bucco Ouro – Bento Gonçalves (RS)
08 – Cachaça da Tulha – Mococa (SP)
07 – Maria Isabel – Paraty (RJ)
06 – Canarinha – Salinas (MG)
05 – Magnífica – Vassouras (RJ)
04 – Germana – Nova União (MG)
03 – Claudionor – Januária (MG)
02 – Vale Verde – Betim (MG)
01 – Anísio Santiago/Havana – Salinas (MG)

PlayBoy

Já expressei aqui minha opinião quanto a ranking, mas não podemos deixar de publicar, na edição do mês de Agosto da Revista Playboy saiu o ranking da Cachaça 2009.

Veja as 20 escolhidas e faça seus comentários.

20 – Rochinha 12 anos – Barra Mansa (RJ)

19 – Serra Preta – Alagoa Nova (PB)

18 – Dona Beja – Araxá (MG)

17 – Weber Haus Reserva Especial – Ivoti (RS)

16 – Sapucaia Velha – Pindamonhangaba (SP)

15 – Santo Grau Coronel Xavier Chaves – Cel. Xavier Chaves (MG)

14 – Tabaroa – Bichinho (MG)

13 – Armazém Vieira Tradicional – Florianópolis (SC)

12 – Armazém Vieira Ônix – Florianópolis (SC)

11 – Nega Fulo – Nova Friburgo (RJ)

10 – Volúpia – Alagoa Grande (PB)

09 – Casa Bucco Ouro – Bento Gonçalves (RS)

08 – Cachaça da Tulha – Mococa (SP)

07 – Maria Isabel – Paraty (RJ)

06 – Canarinha – Salinas (MG)

05 – Magnífica – Vassouras (RJ)

04 – Germana – Nova União (MG)

03 – Claudionor – Januária (MG)

02 – Vale Verde – Betim (MG)

01 – Anísio Santiago/Havana – Salinas (MG)

Foi-se o tempo da cachaça sinônimo de homem andando caindo de um lado pro outro em busca de um muro para apoiar.

Com a produção cada vez mais detalhista, a cachaça brasileira muda o conceito para atingir apreciadores de bebidas. A variedade de sabores para agradar todo tipo de paladar pede um gole a mais na hora de desenvolver o produto.

O público, mais exigente, quer saborear novidades, ter preferências e nunca abrir mão de experimentar. Podemos comparar até com bebidas com imagens mais sofisticadas como o vinho e o uísque, porém a cachaça usa diversos tipos de madeira para ser armazenada. Enquanto os outros destilados usam somente o carvalho, a cachaça usa madeiras diferentes para aprimorar sabores e aroma.

A diversidade naturalmente chama a atenção de diferentes públicos e classes sociais. O fenômeno da cachaça chega à mesa de bares sofisticados e agrada até mesmo o paladar feminino. As cachaças artesanais estão fazendo parte dos encontros da mulherada, que deixam bem claro: beber não, degustar!

Outra vertente que vem tendo esforços do IBRAC (Instituto da Cachaça) é classificar as cachaças brasileiras com “pedigree”. Assim como uísque escocês e a famoso champanhe francês, os produtores brasileiros querem mais reconhecimento da cachaça brasileira, já que o Brasil é o único país a produzi-la. Nos Estados Unidos, por exemplo, os destilados da cana são considerados rum, não importa como foi produzido e nem de onde venha. Por isso é necessária uma política de posicionamento da cachaça brasileira. Deixá-la tão famosa quanto os destilados mais famosos do mundo é levar a qualidade do Brasil para o conhecimento de milhares de degustadores espalhados pelo planeta.

Para se ter noção da importância da nossa cachaça, basta observar as inúmeras vantagens que temos quando a saborearmos uma delas, é degustá-las puramente – geralmente as amarelas para se sentir o gosto puro e refinado que elas trazem – já as mais claras nos permitem apreciar vários drinks, tendo com um dos principais a caipirinha, que é a mistura de limão, gelo e açúcar que faz muito sucesso ainda mais acompanhado de uma bela feijoada, tudo tipicamente “brazuca”!

Se as mulheres, as mais exigentes degustadoras de etílicos, aprovam a diversidade de sabores da cachaça brasileira, com certeza nossos barris, em diversas madeiras, poderão atravessar os oceanos e fazer muito sucesso lá fora. Aqui já é garantido!

Sobre a Cachaça do Rei

Dando continuidade da produção realizada na Fazenda Santa Cruz, ou Indústria e Comércio de Bebidas Annicchino Ltda – Me, fundada há 10 anos, a Cachaça do Rei ainda utiliza o mesmo alambique que era usado na década de 30 para produzir o chamado “fermento caipira”, no qual usava-se apenas fubá mimoso e farelo de arroz para alimentar o fermento que vem da própria cana colhida crua.

Dentro do ambiente globalizado atual, a Cachaça do Rei busca sempre novos conhecimentos para elevar ainda mais suas qualidades, mantendo o padrão e incorporando as novas tecnologias para estarem aptos para o mercado internacional, como uma bebida artesanal, que não usa conservantes químicos, mantendo sempre a pureza de seus ingredientes. Dessa forma, proporciona a seus apreciadores o sabor da verdadeira cachaça, assim como era produzida há mais de um século.

Estando entre os maiores destaques paulistas, a Cachaça do Rei detém a medalha de ouro, recebida em concurso de análise química e sensorial promovida por profissionais da Universidade de São Paulo (USP) durante o V Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverages, elevando sua qualidade às melhores cachaças do país.

A Cachaça do Rei é comercializada também em países como os Estados Unidos, Alemanha e Japão, refletindo a crescente expansão da cachaça no mercado internacional.

Clube Cachaça Mineiro

MEDALHA MÉRITO DA QUALIDADE 2009

A Universidade Federal de São João Del-Rey (UFSJ) e a Federação Nacional das Associações dos Produtores de Cachaça de Alambique (FENACA) abrem as inscrições para o primeiro Concurso Cachaça de Minas – Medalha Mérito da Qualidade, que tem o intuito de distinguir as melhores cachaças do estado de Minas Gerais.

O objetivo do concurso é identificar, através de apuradas análises técnicas, aliadas à percepção dos consumidores, as melhores marcas de Minas comercializadas hoje, como conta Murilo Albernaz, da FENACA: “Nosso objetivo com o Concurso Cachaça de Minas é estimular a produção da cachaça de qualidade, dar conhecimento aos apreciadores e ao público em geral dos diferentes tipos de cachaça de alambique produzidas no Estado e estimular a busca dos conhecimentos técnicos na área.”

O concurso terá uma dinâmica idônea, tanto que serão recolhidas do mercado as cachaças inscritas em cada categoria do evento. Cada uma será devidamente documentada e analisada por entidades técnicas de reconhecida capacidade. As amostras serão codificadas antes do seu encaminhamento aos laboratórios para a realização dos ensaios (teste cego).

Vale ressaltar, que o Concurso tem por base a Lei Geral das Bebidas Alcoólicas, a Lei da Cachaça de Minas e conceitos técnico-científicos aceitos e reconhecidos nas áreas de design, sensorial e de degustação.

O Concurso Cachaça de Minas é uma realização da Federação Nacional das Associações dos Produtores de Cachaça de Alambique (FENACA), sob a coordenação da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSR) e conta com o apoio da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de Minas Gerais e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado de Minas Gerais e das demais entidades do setor produtivo – AMPAQ, COOCEN e Sindbebidas.

61 das melhores marcas de cachaça de Minas se inscreveram e o  evento terá seu resultado divulgado em cerimônia a ser realizada na cidade de São João del-Rei, nos dias 16 e 17 de outubro de 2009.

Fonte: Clube Mineiro da Cachaça

O nome aguardente é uma denominação comum a todas as bebidas em que, em seu processo de fabricação, esteja incluída uma etapa de fermentação alcoólica e uma etapa de destilação. Conforme a matéria-prima, as aguardentes levam diferentes nomes – uísque (de cevada), conhaque (de uva), tequila (de agave) – e apresentam diferentes teores alcoólicos. Cachaça é a aguardente de cana-de-açúcar com teor alcoólico limitado entre 38  e 48% em volume.

Conceito e ComportamentoExistem duas formas básicas de produção: pelo processo industrial ou pelo processo artesanal.

A cachaça que no século XVI era apenas consumida pelos escravos para que ficassem mais dóceis ou para curá-los da depressão causada pela saudade de sua terra, era usada também na carne de porco “dura”, para amolecê-la. Daí o nome “Cachaça”, já que os porcos criados soltos eram chamados de “cachaços”. Já no século XXI vemos o grande avanço dos apreciadores e do seu comportamento. Antes uma bebida relativamente  sem valor e para finalidades pouco fina ou nobre. Hoje uma das principais bebidas entre os maiores degustadores do mundo.

Os países da Europa e demais países do mundo procuram proteger as denominações de origem de acordo com seus produtos e serviços. Bebidas tradicionais como o Bordeaux francês, o queijo Parma italiano, entre outras,  têm suas denominações de origem protegidas por seus países. É o que o governo brasileiro está fazendo agora com a cachaça.

“Não se pode vender um produto de baixa qualidade porque se perde mercado”, revelou o secretário Oscar Lorenzo Fernandes, da Secretaria de Tecnologia Industrial (STI), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). “Faz tempo que os produtores de cachaça se mobilizam para garantir a qualidade do produto. E a cachaça brasileira é bastante apreciada aqui e em outros países, e ela pode ser um perigo se o destilador não souber destilá-la e fabricá-la com componentes corretos, pois este pode fazer mal a saúde. A cachaça brasileira, hoje, tem um mercado grande lá fora, principalmente na Alemanha, onde ela e a caipirinha são  bebidas populares.”, conclui Fernandes.

A Cachaça está consagrada como brasileiríssima, é apreciada em diversos cantos do mundo e representa nossa cultura, como a feijoada e o futebol. Em alguns países da Europa, principalmente a Alemanha, a Caipirinha de Cachaça é muito mais consumida que o tradicional Scott. A produção brasileira de Cachaça já ultrapassa os 1,3 bilhões de litros e apenas 0,40% são exportados. A industrialização da Cachaça emprega atualmente no  Brasil mais de 450 mil pessoas. O Decreto 4.702 assinado em 2002 pelo presidente FHC, declara ser a Cachaça um destilado de origem nacional e é o terceiro destilado mais consumido no mundo, ficando atrás apenas da    vodca e do soju, destilado coreano feito do arroz e da batata doce, bebido em toda Ásia.

O esforço do Brasil para se colocar nos mercados interno e externo com produtos de qualidade está trazendo benefícios às atividades de comércio exterior, porque vêm garantindo a denominação de origem. Prova disso é a caipirinha que se transformou num dos ícones do Brasil e desse sonho tropical para o europeu. “O tradicional drink feito à base de cachaça, limão e açúcar é hoje uma bebida altamente sofisticada e cara, que conquistou  sobretudo a elite européia. Mas nós estamos descobrindo que a cachaça brasileira é muito mais do que isso, é uma aguardente de qualidades extraordinárias, que não fica a dever nada às melhores aguardentes européias,  que têm séculos de tradição”, assinala Baudoin Havaux, principal executivo da Vinopres. Por conta disso, o especialista belga acha que o potencial de mercado da cachaça na Europa e no resto do mundo é extraordinário.

Vale ressaltar que as boas cachaças são transparentes e brilhantes. Quando envelhecidas ou descansadas em tonel de madeira podem ser amarelas ou rosadas. Cachaças turvas demonstram defeitos de fabricação principalmente no que diz respeito à mistura da cachaça. São detalhes como esses que confirmam e diferenciam a qualidade de uma cachaça e de seus drinks.

Sobre a Cachaça do Rei

A Cachaça do Rei, produzida desde 1999 pelos irmãos Reinaldo e Paulo Annicchino em Capivari, não usa conservantes químicos, mantendo assim a pureza de seus ingredientes, e eleva a cachaça artesanal à categoria de bebidas nobres com sabor e qualidade comparados aos melhores destilados do mundo.

Com a tradição artesanal, os tonéis de carvalho utilizados na produção possuem tampa de amburana (cerejeira), dando sabor, aroma e cor especial à cachaça que ali envelhece. Nos tonéis de madeira neutra, conhecida        como amendoinzeiro, a cachaça permanece transparente, dando origem à “branquinha”, utilizada costumeiramente em caipirinhas e drinks.

Estando entre os maiores destaques paulistas, a Cachaça do Rei detém a medalha de ouro, recebida em concurso de análise química e sensorial promovida por profissionais da Universidade de São Paulo (USP) durante o V Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverages, elevando sua qualidade às melhores cachaças do país.

A Cachaça do Rei é comercializada também em países como os Estados Unidos, Alemanha e Japão, refletindo a crescente expansão da cachaça no mercado internacional.

Quando resolvi escrever um artigo sobre coleções, pensei que fosse algo mais simples.
Não pensava que se tratava de algo tão importante e que movimentasse tanto o mercado.
Para se ter uma idéia, existe uma seção no Mercado Livre somente para amantes do colecionismo.

miniaturas

Já me peguei fazendo coleções de várias coisas, em fases diferentes da minha vida.
E naqueles momentos em que a “Isaura” baixa no ser, acabei me desfazendo daquilo que colecionava.
Foram chaveiros, bonés, adesivos, selos, moedas, caixas de cigarro, entre tantas outras.
Hoje, percebo o mau que eu fiz. Colecionar além de prazeroso, é algo que esta inteiramente ligado a cultura. Abaixo um trecho de um pesquisador que esta replicado em diversos sites:

O que se sabe é que o hábito de colecionar está no nosso cotidiano desde tempos remotos. E mesmo que não colecionemos algo hoje, certamente já colecionamos em alguma fase de nossas vidas ou conhecemos alguém que coleciona algum objeto com orgulho, como se guardasse um verdadeiro tesouro particular.
Não se pode negar que esse comportamento humano, considerado mania ou loucura para alguns e atividade saudável para outros, trouxe muitos benefícios para a humanidade, pois foi com a contraditória ação de juntar objetos similares que surgiram as importantes e valiosas coleções, de valor sentimental e histórico, que carregam consigo informações preciosas de uma época, de um artefato específico, de um determinado grupo social.
As pessoas, no mundo inteiro, colecionam por variados motivos, se identificando com o objeto colecionado a partir da carga emotiva depositada nele, tendo por base a representação psíquica que o objeto pode proporcionar ao colecionador, como as sensações de prazer, de posse e de poder.

(Julio Cesar Farias, Pesquisador)

Pesquisando colecionismo, encontrei muita coisa legal, pessoas que colecionam corujas, placas de carro, cabelos brancos, santinhos de políticos e tudo que se possa imaginar.

Tem um site muito legal, o IPC – Instituto de Pesquisa do Colecionismo, quem como meta difundir a arte de colecionar, publica artigos, pesquisas e estudos sobre o assunto.

Mas nosso negócio é cana. Colecionar bebidas, é hobby no mundo inteiro e por que seria diferente com a nossa tão saborosa cachaça. A “marvada” tem sido alvo dos colecionadores, desde a muito tempo, e existem os mais diferentes tipos de coleções.

Garrafas, rótulos e miniaturas.

O Fernando Bueno, já escreveu aqui no AdC suas impressões quanto visitou o Museu da Cachaça, agora eu gostaria de saber o que ele diria da coleção pessoal do Sr. Messias, lá de Alfenas-MG.
A coleção de cachaça e aguardentes dele possui neste momento 12351 exemplares fabricados por 6026 produtores em 1638 cidades de 14 países.
Segundo o Sr. Messias, dentre todas as garrafas, estas são as mais importantes:

Sagatiba Preciosa Bottle nº 13 e a 16, já que ambas foram por mim adquiridas em leilão da Christie’s em Amsterdan, em novembro de 2007.
Foi a 1ª vez que a famosa instituição incluiu a cachaça em seus lotes e para mim são mais raras que a Pelé, que também consta do meu acervo.
O fato teve muita repercussão na época e jornais e revistas publicaram inúmeros artigos sobre o fato.

Cachaça Pelé - Coleção do Sr. Messias

O que dizer então da coleção de miniaturas e rótulos de cachaça do Sr. Edison da Costa, do Garimpo da Cachaça, assim como nós, o Sr. Edison é um evangelhista da boa bebida nacional, e ainda conta com mais de 4000 miniaturas de garrafas de cachaça e aguardente de todo Brasil e do mundo, contendo 50 ml, bem como coleção com mais de 2200 rótulos, mantendo viva a história da cachaça no Brasil.

Rótulo Caninha da Roça - Coleção do Sr. Edison Costa

Encontrei tambem alguns site como Clube de colecionadores de Miniaturas e Miniaturas do Brasil, tamanho é o interesse por este tipo de coleção, neste último, existe a possibilidade até de fazer troca.

Para finalizar, esta ultima coleção, dentre tantas outras (além das comunidades no Orkut), sobre rótulos de cachaça foi uma que me chamou bastante a atenção, além de ter um enorme acervo de rótulos, o camarada, faz um apelo para que seja enviado os rótulos para um endereço na Holanda.

Agora é com vocês, deixem nos comentários o endereço de sua comunidade e/ou coleções para nós visitarmos.

A expectativa é que nos próximos dois anos o Grupo Uniagro, detentor da marca, triplique o faturamento do grupo com a venda do chopp

A Germana, fabricante mineira de cachaça com 25 anos de tradição, lança o Chopp Germana nesta quarta-feira, dia 27 de maio, no Alambique Cachaçaria.  A empresa está investindo, inicialmente, 700 mil reais no desenvolvimento e fabricação do produto.

Segundo o gerente operacional do Chopp Germana, José Carlos Corrêa, a bebida mantém a qualidade da linha Germana, e se destaca por selecionar os ingredientes de melhor origem e pela tradição do processo de fabricação artesanal. O Chopp Germana é leve, claro e artesanal, seguindo a preferência dos brasileiros, consumidores de chopes mais leves, sobretudo do tipo pilsen. “O chopp preza pela qualidade de uma marca posicionada no mercado. É uma bebida agradável, que não passa por um processo de industrialização pesada“, afirma José Carlos. O Chopp Germana não é pasteurizado, o que lhe confere mais leveza e suavidade. Ele também terá versão escura, por meio da novidade do pingo beer, uma espécie de caramelo que se pinga na bebida tornando-a mais escura e adocicada. De acordo com José Carlos, o mercado de chopp ainda é pouco explorado no Brasil. “O chopp representa apenas 3% do consumo total de cerveja no país, enquanto na Europa é de mais de 60%”, afirma.

Donos da marca Germana, a Família Caetano também é proprietária do Alambique Cachaçaria. A casa de shows chega a vender 15 mil litros de chopp terceirizado por mês e a partir do dia 27 de maio, com o Chopp Germana de marca própria, a expectativa é elevar em 50% o consumo da bebida.  Em Belo Horizonte, o Chopp Germana já está sendo comercializado no Alambique Butiquim Mineiro, nova bar e restaurante de comida mineira inaugurado no dia 30 de abril. “O chopp está tendo excelente aceitação e a expectativa é que 6 mil litros do chopp sejam comercializados mensalmente na casa”, comenta o supervisor de Mercado Fernando Pinto.

A produção do chopp está sendo realizada inicialmente no interior de São Paulo. Em breve, o processamento também será realizado na Fazenda Vista Alegre, município de Nova União (MG), mesmo local onde é produzida a Cachaça Germana. A bebida está disponível para comercialização em restaurantes, bares, choperias, festas e consumidor final por meio de serviço delivery. A estratégia de distribuição do produto está em expansão e levará a marca para os principais centros do país com reduzido custo operacional, e qualidade de produto e prestação de serviço.

Grupo Uniagro
A Cachaça Germana, a casa de shows Alambique Cachaçaria, o bar e restaurante Alambique Butiquim Mineiro, a Supper Produções e o Chopp Germana fazem parte da União Agropecuária Importação e Exportação de Bebidas Ltda (Uniagro). Segundo o diretor executivo da Uniagro, Henrique Michel, a expectativa é que a venda do chopp triplique o faturamento do grupo no próximo dois anos.

Serviço:
Evento: Lançamento do chopp Germana
Data: quarta-feira, dia 27
Atrações: Bateria Iluminados, DJ Alex Marks (Tecno Samba) e Alles & Adriano (Country)
Local: Alambique Cachaçaria BH – Av. Raja Gabaglia, 3.200, Estoril.
Mais informações: (31) 3296-7188.
Abertura da casa: 20h. Show a partir das 22h.
Preço do ingresso: R$50 – open Bar (chopp Germana, refrigerante, água)e churrasco liberado. Não haverá venda de camarote.

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