Amigos da Cachaça

Amigos da Cachaça

Um incentivo à cultura nacional!!

Cachaça Werneck

Estava lendo um artigo sobre destilação, onde dizia que o processo havia surgido por volta do ano 800 com a criação dos primeiros alambiques. Isto me fez pensar que desde aquela época o homem deve destilar bebidas por todo o mundo, então por que não fazermos uma busca pelos destilados típicos de cada região?

Então iniciamos esta série Outros Destilados e começamos com Horilka.

Horilka

horilka Outros Destilados 1: Horilka

Horilka é uma vodca ucraniana, distilada principalmente à partir do trigo ou da batata, geralmente mais forte e mais picante do que uma típica vodca russa.

Os primeiros registros da palava horilka é datada 1562 na Ucrânia, e deriva do verbo hority, “queimar-se”, parecido com o bielorrusso: harelka.

São produzidas vários tipos da horilka, industrialmente e artesanalmente, em alguns casos, a pimenta vermelha (pimenta malagueta) é colocada nas garrafas de horilka, tornando-a ainda mais picante.

Na Ucrânia, Eslováquia Oriental e sul da Polônia, a Horilka tem desempenhado um papel importante nos casamentos tradicionais, como descrito no trecho do romance Taras Bulba (1835) de Nikolay Gogol

E tragam muita horilka, mas não aquela para as mariquinhas, com uva-passa ou outro tipo destas coisas — tragam-nos uma horilka mais pura, dê-nos essa bebida demoníaca que nos faça loucos, brincalhões e selvagens! (Nicolay Gogol)

nemiroff sabores Outros Destilados 1: Horilka

Uma das mais famosas marcas de horilka é Nemiroff, que já foi citada em 2006 como sendo a segunda maior produtora de vodca do mundo.

Seus produtos, assim como outros fabricantes de vodca, podem ser encontrados em vários sabores, tais como pimenta, frutas vermelhas, limão entre outros.

Vale a pena experimentar um destilado que lhe faça louco.

Dest_Lado – Lei Seca (2008)

dest lado banda Mulheres + Álcool + Rock + DrumnBass

Mulheres + Álcool + Rock + Drum’n'Bass. Essa é a receita do coquetel Dest_Lado, grupo paulistano de formação inusitada: dois baixistas (Ale Beer e Carloff), dois vocalistas (Issei Sake e Nandoidão) e dois bateristas na mesma bateria (o canhoto é Cássio Batida e o destro, Caio Pirinha).

Até parece coisa de bêbado querer fazer Rock sem guitarra e Drum´n´Bass sem DJ, mas, assim como os Raimundos nos anos 90, o sexteto acerta na dose dos ingredientes e esbanja energia e criatividade para causar um novo furor no cenário alternativo brasileiro.

O primeiro CD oficial da banda saiu no final de 2008 pelo selo Objeto Sonoro e recebeu o bem humorado nome de Lei Seca. São 10 faixas totalmente “etilizadas”, como as sugestivas “Quem Não Faz Toma” e “Uma Pro Santo”. O disco traz duas participações especiais: Paulão da banda Velhas Virgens em “Assim Que Eu Vivo” e a VJ Sophia Reis, que trava um duelo com um dos vocalistas da banda em “Adoro Mulher”.

O Dest_Lado é mais um caso de amor intenso entre a música e a birita. Ou como definiu com sabedoria o jornalista Arthur Couto Duarte, no jornal O Estado de Minas: “grooves dançantes e a força primitiva do rock de garagem para estourar bafômetros e inebriar tímpanos incautos”.

dest lado lei seca Mulheres + Álcool + Rock + DrumnBass

Baixe o álbum Lei Seca na íntegra em: http://migre.me/3b2E

Artigo:
Cassio Cruz – Imprensa e Agenda
Objeto Sonoro
www.objetosonoro.com.br

encomex Bebida alcoólica precisa de adequação

Os especialistas em comércio exterior costumam dizer que qualquer empresa pode exportar. Para isso basta que ela seja devidamente acompanhada e orientada. Na semana passada, foi lançado pela Secex, no Recife, o programa Primeira Exportação, que visa incentivar os pequenos e médios grupos a adentrar neste mercado, com toda assistência necessária. Ainda assim, as queixas existem e muitas vezes estão presentes nas deficiências reconhecidas pelo próprio meio empresarial. Talvez o setor de bebidas alcoólicas seja o que mais sofra para vender fora do país, devido ao número de adequações que precisam ser feitas no produto.

As alterações demandam novos custos para a empresa. Os rótulos precisam conter informações adicionais e, geralmente, em língua inglesa. Outra adequação está ligada ao vidro, como, mesmo sem exportar, já vivenciou a Cachaça Sanhaçu, fabricante de cachaça orgânica, a primeira certificada do Estado. Para apresentar o produto no último Encontro de Comércio Exterior (Encomex), no Centro de Convenções, em Olinda, uma garrafa diferente teve que ser adotada. É exigido que ela seja transparente para que o líquido possa ser visualizado.

“Como só temos dois anos de existência, o mercado local ainda está absorvendo a marca. Existe o objetivo de vender para fora. Participamos pela segunda vez do Encomex e faremos parte do programa Primeira Exportação. As maiores dificuldades são o vidro, o fato de ser bebida alcoólica e a quantidade. Enquanto o mercado exterior fala em milhões de litros, nós falamos em milhares”

aponta a gerente Comercial da Cachaça Sanhaçu, Elk Barreto Silva. A cachaçaria produz cerca de 20 mil litros por ano e 85% do consumo fica em Pernambuco. O restante segue principalmente para Alagoas, Rio de Janeiro e Amazonas.

De acordo com a gerente da unidade de Comércio Exterior da Agência de Desenvolvimento Econômica de pernambuco (Ad Diper), Ivone Malaquias, as empresas menores, que não têm produção suficiente para exportar, devem procurar se associar a outros grupos.

“O cooperativismo está sendo aplicado no mundo todo. Elas podem fazer um consórcio para exportação. É possível que uma empresa tenha um produto específico e que possa entrar em um mercado pequeno, que tenha espaço para ele. Qualquer item pode ser exportado. Tem que pesquisar onde, como e quem compra. É o dever de casa”, analisa.

Reportagem: Augusto Leite – Folha de Pernambuco – domingo, 18 de julho de 2010

A Editora LivroSonoro está lançando, com o apoio cultural da Cachaça Augusta, a primeira edição do audiolivro Cachaças Bebendo e Aprendendo do amigo e cachaçólogo Marcelo Câmara.

Em uma parceria entre o #AdC e a Tempo Livro, mas uma empresa que aposta no “Incentivo à cultura nacional!”, somente pelo nosso site, nossos amigos poderão adquirir esta obra com um desconto especial.

Confira abaixo a qualidade do audio neste trailer.

Bebendo e Aprendendo

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Descrição

Aromas, sabores,saberes, prazeres – estes são os assuntos deste livro. Ao tratar, técnica e criticamente, dos valores, conceitos e características sensoriais da bebida brasileira, oferece a sabedoria e as vivências de um especialista.

Cachaças bebendo e aprendendo – Guia prático de degustação, de Marcelo Câmara, é o primeiro livro do mundo sobre a arte e a técnica da degustação de cachaças. A obra contém todas as informações, dicas e segredos para quem quer conhecer todas as virtudes sensoriais de uma cachaça de excelência, para os que querem saber se uma cachaça é ótima, mediana ou ruim.

Depois de apresentar a verdadeira cachaça, traça um roteiro, afim de que você percorra, com segurança, o ritual da degustação, passo a passo, da escolha da marca e do copo até a avaliação final, passando pela percepção visual, olfativa e gustativa da bebida.

Há uma ficha de degustação disponível no CD, que você pode preencher sob a orientação do autor, considerando todos os aspectos sensoriais da cachaça e as circunstancias do ato cultural de degustar. Assim você irá se exercitar na arte da degustação e aprender ajulgar e selecionar o que beber, com sabedoria e prazer.

A obra traz ainda, pela primeira vez, as originais e legítimas receitas dos principais drinques brasileiros feitos a base de cachaça.

Bebendo e aprendendo, você vai ensinar a si próprio a degustar, com todos os sentidos, para saber mais sobre a cachaça, conhecê-la melhor e amá-la inteira.

Bebendo e Aprendendo CD

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Leia mais sobre Marcelo Câmara em nosso site:

Investimento da empresa mineira para essa nova etapa
chega inicialmente a meio milhão de reais

A Cachaça Germana, marca de cachaça mineira com 97 anos de mercado, lança quatro novos produtos neste mês: a Germana Soul, a Germana Single Barrel, a Germana Pracaip e a Cachaça Caetano’s. A marca também reformulou a identidade visual das outras bebidas da linha e pretende modernizar o maquinário. O investimento inicial para esse projeto é de aproximadamente R$ 500 mil e os novos produtos passarão a ser exportados a partir de 2010 para Inglaterra e Estados Unidos.

Segundo o diretor de Mercado da Cachaça Germana, Fernando Pinto, os novos produtos vão oferecer alternativas diferenciadas para o consumidor de cachaça, já que cada uma das opções possui características distintas. “O mercado de bebida está em constante expansão e com ele as exigências por bons e novos produtos que sejam diversificados e atendam às diferentes culturas e paladares”, ressalta o diretor .

Germana(s)

Todas as versões possuem graduação alcoólica de 40% por volume. Conheça os novos produtos:

Germana Soul

Voltada para atender as exigências dos mercados europeu e norte-americano, a Germana Soul é uma cachaça branca que não passa por envelhecimento. A bebida é descansada em dornas de inox e não é filtrada em carvão ativado, mantendo todas as características de uma cachaça nobre. A Soul é indicada para ser consumida gelada. O preço sugerido para a venda da Germana Soul 700 ml é de R$48.

Germana Single Barrel

A Single Barrel é destinada ao mercado inglês. Como o próprio nome diz, é derivada de barris únicos e selecionados criteriosamente pelo master blender da Germana. A cachaça é envelhecida nos mais nobres tonéis da adega e que melhor transferem as suas características para o produto.  A garrafa de 700 ml da Single Barrel deverá ser vendida a R$78,30

Cachaça Caetano´s

A Caetano’s faz uma homenagem à família que criou a marca e as bebidas Germana. Essa versão é voltada para o mercado nacional e para o consumidor inglês. Apresenta como grande diferencial o cheiro frutado garantido pelo envelhecimento de 2 anos da bebida em cerejeira. O preço sugerido é de R$8, a garrafa de 600 ml.

Germana Pracaip

Para quem prefere degustar caipirinhas e outros drinks com cachaça, a Germana criou a Pracaip, que será distribuída no Brasil e exportada para os Estado Unidos. Trata-se de uma cachaça branca sem envelhecimento e por não ser filtrada é indicada para combinação com frutas e outros ingredientes. A versão também é indicada para ser consumida pura por quem gosta de cachaça sem aroma e sabor amadeirado. A Germana Pracaip será vendida por R$15 (700ml) e R$21,50 (1 litro).

Os quatro novos produtos, juntamente com as tradicionais versões da marca (Germana 2 anos, 5 anos e Heritage) ganharam visual unificado. As sete versões terão cores que as diferenciem entre si com um rótulo único ilustrado com um desenho estilizado representando a fazenda onde a produção da bebida foi iniciada.

A experiência e a qualidade também ganharão destaque nas embalagens que exibirão os selos dos prêmios conquistados e indicação do início da produção da bebida através da marca d’água com os dizeres “desde 1912”, no gargalo da garrafa. “A Germana já é conhecida nas prateleiras por suas garrafas empalhadas, no entanto, produtos novos como a Soul e a Pracaip não possuem essa característica. Com os novos rótulos ficará mais clara a identificação da linha completa”, ressalta Fernando.

Para dinamizar a produção, a empresa também planeja adquirir uma máquina rotuladora semiautomática. Com o equipamento será possível atender a alta demanda.

As cachaças Germana são produzidas artesanalmente, através de receitas e ingredientes tradicionais como o farelo de milho utilizado durante a fermentação. “Os barris de carvalho francês dão um toque especial ao produto e junto com o criterioso controle de qualidade coloca a Germana ao lado dos melhores destilados do mundo”, destaca o diretor.

As cachaças são fabricadas na Fazenda Vista Alegre localizada no município de Nova União, há 60 quilômetros de Belo Horizonte. A fabricação da cachaça na fazenda soma quase 100 anos, sendo que há 25 anos a marca recebeu o nome de Germana.  A Família Caetano, proprietária da fazenda há mais de um século, produz as cachaças da marca de forma artesanal. Para tornar a cachaça conhecida na capital, em 1990 a família inaugurou o Alambique Cachaçaria e Armazém, lugar propício para a comercialização da cachaça, bem como para reunir os amigos e apreciadores da cachaça mineira.

Com pinta de caubói, o delegado do 92º DP, Carlos Alberto Delaye, 62 anos, divulga a delegacia em rótulos de bebidas como cachaça e vinho.

delegado Delegado põe sua foto e o número do DP em cachaça

As garrafas levam o número “92″, da delegacia do Parque Santo Antonio (zona sul de SP), e a foto dele, vestido ao estilo dos faroestes. As bebidas são dadas a amigos. No rótulo, a mensagem: “Aqui o sistema é bruto”, que ele tirou da Festa do Peão de Barretos (423 km de SP) e diz ter haver com seu trabalho. A foto como caubói foi tirada em um parque. A imagem foi impressa por um amigo de uma gráfica em garrafas como presente.

A Secretaria da Segurança diz não saber da “propaganda” do delegado e que avaliará o caso.

fonte: Agora São Paulo

Seriedade, qualidade do produto, certificação e capacidade produtiva são os ingredientes básicos para uma pequena empresa exportar cachaça, segundo tradicionais exportadores de cachaça de alta qualidade.

O mercado internacional é muito exigente e cauteloso e a maior dificuldade para exportar é encontrar do outro lado um parceiro disposto a investir na marca, comprando a idéia do produto.

Segundo Cesar Rosa, presidente do IBRAC, o maior mercado consumidor do produto ainda é o Brasil. A capacidade de produção da cachaça no país é de mais de 1,2 bilhão de litros por ano só que menos de 1% desse volume é exportado. Atualmente o produto é apreciado por degustadores em mais de 60 países.

Dentre os mercados de destino da cachaça estão países como Alemanha, Estados Unidos e França, entre outros. Aproximadamente 180 empresas são exportadoras da cachaça que segue exportada para mais de 55 mercados e o potencial é enorme, já que menos de 1% da produção nacional é destinada à exportação.

Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC) em 2008 foram exportados 11,09 milhões de litros gerando uma receita de US$ 16,41 milhões, o que representou um crescimento de 18% em valor e 20% em volume em relação a 2007.

graficos cachaca2 Cachaça e Exportação

Evolução da exportação de cachaça – Brasil | *Em litros
2008 = 11.092.088
2007 = 9.052.453
2006 = 11.322.568
2005 = 10.343.146
2004 = 8.607.150
2003 = 8.663.912
Fonte de pesquisa:  Aliceweb, MDIC

Sobre a Cachaça do Rei

Dando continuidade da produção realizada na Fazenda Santa Cruz, ou Indústria e Comércio de Bebidas Annicchino Ltda – Me, fundada há 10 anos, a Cachaça do Rei ainda utiliza o mesmo alambique que era usado na década de 30 para produzir o chamado “fermento caipira”, no qual usava-se apenas fubá mimoso e farelo de arroz para alimentar o fermento que vem da própria cana colhida crua.

Dentro do ambiente globalizado atual, a Cachaça do Rei busca sempre novos conhecimentos para elevar ainda mais suas qualidades, mantendo o padrão e incorporando as novas tecnologias para estarem aptos para o mercado internacional, como uma bebida artesanal, que não usa conservantes químicos, mantendo sempre a pureza de seus ingredientes. Dessa forma, proporciona a seus apreciadores o sabor da verdadeira cachaça, assim como era produzida há mais de um século.

Estando entre os maiores destaques paulistas, a Cachaça do Rei detém a medalha de ouro, recebida em concurso de análise química e sensorial promovida por profissionais da Universidade de São Paulo (USP) durante o V Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverages, elevando sua qualidade às melhores cachaças do país.

A Cachaça do Rei é comercializada também em países como os Estados Unidos, Alemanha e Japão, refletindo a crescente expansão da cachaça no mercado internacional.
Mais informações:

Atendimento ao cliente:

Reinaldo Annicchino
falecom@cachacadorei.com.br
+55 19 3491-1313
www.cachacadorei.com.br

Jhonathan Barreto
Redator
jhonathan.barreto@kmaintegrada.com
+55 19 3408.8080

Jhonathan Barreto é redator da KMA Marketing Integrado, e nos enviou este artigo por e-mail.

Na edição do mês de Agosto da Revista Playboy saiu o ranking da Cachaça 2009. Veja as 20 escolhidas e leia os comentários na revista.
20 – Rochinha 12 anos – Barra Mansa (RJ)
19 – Serra Preta – Alagoa Nova (PB)
18 – Dona Beja – Araxá (MG)
17 – Weber Haus Reserva Especial – Ivoti (RS)
16 – Sapucaia Velha – Pindamonhangaba (SP)
15 – Santo Grau Coronel Xavier Chaves – Cel. Xavier Chaves (MG)
14 – Tabaroa – Bichinho (MG)
13 – Armazém Vieira Tradicional – Florianópolis (SC)
12 – Armazém Vieira Ônix – Florianópolis (SC)
11 – Nega Fulo – Nova Friburgo (RJ)
10 – Volúpia – Alagoa Grande (PB)
09 – Casa Bucco Ouro – Bento Gonçalves (RS)
08 – Cachaça da Tulha – Mococa (SP)
07 – Maria Isabel – Paraty (RJ)
06 – Canarinha – Salinas (MG)
05 – Magnífica – Vassouras (RJ)
04 – Germana – Nova União (MG)
03 – Claudionor – Januária (MG)
02 – Vale Verde – Betim (MG)
01 – Anísio Santiago/Havana – Salinas (MG)
PlayBoy

Já expressei aqui minha opinião quanto a ranking, mas não podemos deixar de publicar, na edição do mês de Agosto da Revista Playboy saiu o ranking da Cachaça 2009.

Veja as 20 escolhidas e faça seus comentários.

20 – Cachaça Rochinha 12 anos – Barra Mansa (RJ)

19 – Cachaça Serra Preta – Alagoa Nova (PB)

18 – Cachaça Dona Beja – Araxá (MG)

17 – Cachaça Weber Haus Reserva Especial – Ivoti (RS)

16 – Cachaça Sapucaia Velha – Pindamonhangaba (SP)

15 – Cachaça Santo Grau Coronel Xavier Chaves – Cel. Xavier Chaves (MG)

14 – Cachaça Tabaroa – Bichinho (MG)

13 – Cachaça Armazém Vieira Tradicional – Florianópolis (SC)

12 – Cachaça Armazém Vieira Ônix – Florianópolis (SC)

11 – Cachaça Nega Fulo – Nova Friburgo (RJ)

10 – Cachaça Volúpia – Alagoa Grande (PB)

09 – Cachaça Casa Bucco Ouro – Bento Gonçalves (RS)

08 – Cachaça Cachaça da Tulha – Mococa (SP)

07 – Cachaça Maria Isabel – Paraty (RJ)

06 – Cachaça Canarinha – Salinas (MG)

05 – Cachaça Magnífica – Vassouras (RJ)

04 – Cachaça Germana – Nova União (MG)

03 – Cachaça Claudionor – Januária (MG)

02 – Cachaça Vale Verde – Betim (MG)

01 – Cachaça Anísio Santiago/Havana – Salinas (MG)

Foi-se o tempo da cachaça sinônimo de homem andando caindo de um lado pro outro em busca de um muro para apoiar.

Com a produção cada vez mais detalhista, a cachaça brasileira muda o conceito para atingir apreciadores de bebidas. A variedade de sabores para agradar todo tipo de paladar pede um gole a mais na hora de desenvolver o produto.

O público, mais exigente, quer saborear novidades, ter preferências e nunca abrir mão de experimentar. Podemos comparar até com bebidas com imagens mais sofisticadas como o vinho e o uísque, porém a cachaça usa diversos tipos de madeira para ser armazenada. Enquanto os outros destilados usam somente o carvalho, a cachaça usa madeiras diferentes para aprimorar sabores e aroma.

 Cachaça e o público feminino

A diversidade naturalmente chama a atenção de diferentes públicos e classes sociais. O fenômeno da cachaça chega à mesa de bares sofisticados e agrada até mesmo o paladar feminino. As cachaças artesanais estão fazendo parte dos encontros da mulherada, que deixam bem claro: beber não, degustar!

Outra vertente que vem tendo esforços do IBRAC (Instituto da Cachaça) é classificar as cachaças brasileiras com “pedigree”. Assim como uísque escocês e a famoso champanhe francês, os produtores brasileiros querem mais reconhecimento da cachaça brasileira, já que o Brasil é o único país a produzi-la. Nos Estados Unidos, por exemplo, os destilados da cana são considerados rum, não importa como foi produzido e nem de onde venha. Por isso é necessária uma política de posicionamento da cachaça brasileira. Deixá-la tão famosa quanto os destilados mais famosos do mundo é levar a qualidade do Brasil para o conhecimento de milhares de degustadores espalhados pelo planeta.

Para se ter noção da importância da nossa cachaça, basta observar as inúmeras vantagens que temos quando a saborearmos uma delas, é degustá-las puramente – geralmente as amarelas para se sentir o gosto puro e refinado que elas trazem – já as mais claras nos permitem apreciar vários drinks, tendo com um dos principais a caipirinha, que é a mistura de limão, gelo e açúcar que faz muito sucesso ainda mais acompanhado de uma bela feijoada, tudo tipicamente “brazuca”!

Se as mulheres, as mais exigentes degustadoras de etílicos, aprovam a diversidade de sabores da cachaça brasileira, com certeza nossos barris, em diversas madeiras, poderão atravessar os oceanos e fazer muito sucesso lá fora. Aqui já é garantido!

Sobre a Cachaça do Rei

Dando continuidade da produção realizada na Fazenda Santa Cruz, ou Indústria e Comércio de Bebidas Annicchino Ltda – Me, fundada há 10 anos, a Cachaça do Rei ainda utiliza o mesmo alambique que era usado na década de 30 para produzir o chamado “fermento caipira”, no qual usava-se apenas fubá mimoso e farelo de arroz para alimentar o fermento que vem da própria cana colhida crua.

Dentro do ambiente globalizado atual, a Cachaça do Rei busca sempre novos conhecimentos para elevar ainda mais suas qualidades, mantendo o padrão e incorporando as novas tecnologias para estarem aptos para o mercado internacional, como uma bebida artesanal, que não usa conservantes químicos, mantendo sempre a pureza de seus ingredientes. Dessa forma, proporciona a seus apreciadores o sabor da verdadeira cachaça, assim como era produzida há mais de um século.

Estando entre os maiores destaques paulistas, a Cachaça do Rei detém a medalha de ouro, recebida em concurso de análise química e sensorial promovida por profissionais da Universidade de São Paulo (USP) durante o V Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverages, elevando sua qualidade às melhores cachaças do país.

A Cachaça do Rei é comercializada também em países como os Estados Unidos, Alemanha e Japão, refletindo a crescente expansão da cachaça no mercado internacional.

Clube Cachaça Mineiro

MEDALHA MÉRITO DA QUALIDADE 2009

A Universidade Federal de São João Del-Rey (UFSJ) e a Federação Nacional das Associações dos Produtores de Cachaça de Alambique (FENACA) abrem as inscrições para o primeiro Concurso Cachaça de Minas – Medalha Mérito da Qualidade, que tem o intuito de distinguir as melhores cachaças do estado de Minas Gerais.

O objetivo do concurso é identificar, através de apuradas análises técnicas, aliadas à percepção dos consumidores, as melhores marcas de Minas comercializadas hoje, como conta Murilo Albernaz, da FENACA: “Nosso objetivo com o Concurso Cachaça de Minas é estimular a produção da cachaça de qualidade, dar conhecimento aos apreciadores e ao público em geral dos diferentes tipos de cachaça de alambique produzidas no Estado e estimular a busca dos conhecimentos técnicos na área.”

O concurso terá uma dinâmica idônea, tanto que serão recolhidas do mercado as cachaças inscritas em cada categoria do evento. Cada uma será devidamente documentada e analisada por entidades técnicas de reconhecida capacidade. As amostras serão codificadas antes do seu encaminhamento aos laboratórios para a realização dos ensaios (teste cego).

Vale ressaltar, que o Concurso tem por base a Lei Geral das Bebidas Alcoólicas, a Lei da Cachaça de Minas e conceitos técnico-científicos aceitos e reconhecidos nas áreas de design, sensorial e de degustação.

O Concurso Cachaça de Minas é uma realização da Federação Nacional das Associações dos Produtores de Cachaça de Alambique (FENACA), sob a coordenação da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSR) e conta com o apoio da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de Minas Gerais e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado de Minas Gerais e das demais entidades do setor produtivo – AMPAQ, COOCEN e Sindbebidas.

61 das melhores marcas de cachaça de Minas se inscreveram e o  evento terá seu resultado divulgado em cerimônia a ser realizada na cidade de São João del-Rei, nos dias 16 e 17 de outubro de 2009.

Fonte: Clube Mineiro da Cachaça

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