Resultado da mistura das tradições de imigrantes europeus e escravos africanos, a cachaça, bebida afrodisíaca, era consumida pelos escravos que trabalhavam nas fazendas em Santa Teresa, Estado do Espírito Santo.
Aperfeiçoada pelos imigrantes, que adaptaram ao processo antigo, os métodos trazidos pelos europeus de fabricação de vinho.
A Cachaça Santa Terezinha é cuidadosamente feita da mesma forma desde 1943, quando de sua fundação, obedecendo ao que poderíamos chamar de um ritual: num tanque, mistura-se uma parte de caldo de cana ao natural, com uma parte igual de caldo fervido, acrescentando-se uma braçada de bagaço tostado e um punhado de fubá de milho. Para conseguir a temperatura correta, esquenta-se uma pedra de bom tamanho e joga-se dentro da mistura. Durante essa geração, recomenda-se queimar folhas de tangerina ou laranja, numa fogueira vizinha. Depois de quatro ou cinco dias, temos o fermento já pronto para ser distribuído nos grandes tanques de garapa.
Mais cinco dias, a garapa vira mosto e entra pela boca do alambique feito em cobre, refrigerado com água corrente, e através de processo tradicional, se transforma no destilado alcoólico de cana de açúcar.
A Cachaça Santa Terezinha também leva à risca máxima que fazer cachaça é uma arte, exaltando a cultura local e nacional, com rótulos e embalagens desenvolvidas por artistas plásticos como Hélio Coelho e Haroldo Bussotti, onde o carnaval e o congo são homenageados. O grande diferencial desta cachaça está justamente na beleza de seus produtos. Um deles, a Brasil Premium, leva em sua tampa uma pequena casaca confeccionada manualmente por artesões capixabas.
A alquimias de blends, mistura feita com acuidade, sob rígido controle de qualidade, é que faz nossa diferença. Ao beber nossa cachaça logo sente-se seu sabor amigo, mágico e quente.
Para as empresas podemos produzir kits e garrafas com rótulos especiais personalizados.
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